Denise Neumann

Giro fiscal – de 19 a 25 de novembro

Na semana que passou, o governo começou a dar mais detalhes da sua proposta de reforma Tributária, e tem ressaltado dois aspectos: será dual nos impostos para o consumo e quer taxar mais os mais ricos, assunto que  ganhou espaço de vez nos debates sobre redução da desigualdade, que também voltaram à tona neste fim de novembro. Claramente o governo está atento ao que acontece nos países vizinhos.

Giro fiscal, de 5 a 11 de novembro

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes levaram ao Congresso seu pacote fiscal. Por enquanto foram três PECs, com foco em gatilhos que podem ser acionados tanto para cumprir o teto de gastos como a regra de ouro. Ao mesmo tempo em que reduz as possibilidades de endividamento dos Estados e municípios, propõe a divisão de R$ 400 bilhões ao longo de 15 anos, com base nos recursos do pré-sal, como compensação aos entes federativos.

Giro fiscal, de 29 de outubro a 4 de novembro

A semana que passou foi de diferentes apresentações da agenda fiscal, e ela começou a ficar mais clara no fim da semana. O foco é mesmo na chamada “PEC emergencial dos gastos”, que Paulo Guedes quer ver aprovada até dezembro. Na entrevista à Folha, o ministro falou em um total de seis projetos, 5 PECs e um PL _ uma agenda que muitos já veem como ambiciosa.

Giro fiscal, de 22 a 28 de outubro

A agenda pós-Previdência tem foco nos gastos e a reforma tributária vai mesmo ficar para 2020 e, se depende do governo, pode ser bem simplificada. Pelo noticiário, um trio ou um quarteto de PECs vem por aí compondo o que o governo chama de pacto federativo. Ela inclui desvinculação de receitas, novas regras para o teto de gastos, o Conselho Fiscal da República e a reforma administrativa.  Boa leitura!

Giro fiscal, de 24 a 30 de setembro

Na semana que passou, além do “quente” debate sobre o peso dos gastos públicos na crise fiscal e na falta de vigor da economia, ganhou espaço a costura de uma agenda que acelere a condução das reformas (o primeiro resultado concreto foi a liberação do mega leilão do pré-sal) e o governo começou a falar mais sobre a sua agenda “DDD” – desindexar, desobrigar e desonerar.

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